TF – fichamento #2.1

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Mais uma leitura referente ao TF… livro “Poluição Difusa” de Plínio Tomaz. Para o que nos interessa, li apenas dos capítulos 1 ao 5 e do 12 ao 15. Abaixo segue fichamento do capítulo 1 😉

 

Relevância do tema: “a poluição difusa em áreas urbanas é responsável por 25% da poluição total dos cursos d’água do Brasil.”

 

Capítulo 1 – Gestão Ambiental

 

Este capítulo fala sobre conceitos de ecologia (p.1-3), ecossistema (p.1-3), fotossíntese (p.1-4), respiração (p.1-4), Eutrofização (p.1-5), poluição (p.1-7), graus de trofia (p.1-7), princípios básicos p/ reduzir poluição difusa (p.1-14), perfil dos solos (p.1-15), ecossistemas de água doce (p.1-19), vazão mínima ecológica (p.1-20), hierarquia da rede fluvial (p.1-21), métodos para avaliação de impactos ambientais (p.1-22), trio qtde-qualidade-ecologia (p.1-33) e sistema urbano sustentável de drenagem (p.1-33)

 

  • Definição de poluição: “degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente a) prejudiquem a saúde, a segurança e bem estar da população; b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas; c) afetem desfavoravelmente a biota (flora e fauna); d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente; e) lancem matéria ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.” [Lei federal 6938 – 31/08/1981 que trata do meio ambiente – artigo 3º]
  • Há vários graus de trofia: oligotrófico (lagos claros com baixa produtividade) / mesotrófico (lagos com produtividade intermediária) / eutróficos (lagos com elevada produtividade).
  • Fatores limitantes do nível trófico: concentrações de N (nitrogênio), P (fósforo) e K (potássio) – sendo o mais importante o fósforo. Ver em p.1-8 tabela 1.2 que associa as classes de trofia de acordo com as concentrações de fósforo.
  • O princípio básico para reduzir a poluição difusa é a sedimentação pois por ela é possível a deposição de até 50% de fósforos das águas pluviais (o Pparticulado deposita-se no fundo, já o Pdissolvido sedimenta por meio de infiltração).
  • Ver em p.1-17 tabela 1.5 que descreve os perfis de solos (O, A, E, B, C, R).
  • Definição de vazão mínima segundo MMA (vazão mínima ecológica) “vazão mínima necessária para garantir a preservação do equilíbrio natural e a sustentabilidade dos ecossistemas aquáticos” [Instrução Normativa nº 4 – 21/06/2000 do Ministério do Meio Ambiente)
  • Definição de vazão mínima segundo CONAMA (vazão mínima estatística): conceito de Q7,10 (vazão mínima de 7 dias e período de retorno de 10 anos), prevendo a manutenção dos limites mínimos de OD (oxigênio dissolvido) nas condições críticas de vazão [Resolução CONAMA nº 20 – 18/06/1986]
  • Definição de vazão mínima segundo DAEE: “vazão mínima média diária observada das séries históricas consideradas; no caso de inexistência de séries históricas consideradas, indicar o valor de Q7,10, bem como a fonte do estudo de regionalização” [Portaria do DAEE nº 653 – 17/10/1994]
  • “Em São Paulo: algumas bacias como Alto Tietê e Tietê-Sorocaba são consideradas críticas em relação à disponibilidade de água, uma vez que a soma das vazões captadas na bacia, ou em parte dela, supera 50% da vazão mínima.”
  • Há também a vazão mínima da curva de permanência: estabelece-se uma probabilidade sendo que a mais usada é a de 95%.
  • “Os rios são ecossistemas abertos em constante interação com o sistema terrestre e atmosfera circundante, podem ser vistos em 3 dimensões espaciais” (longitudinal, lateral e vertical) e ser classificados como perenes, intermitentes ou efêmeros.
  • Hierarquia da rede fluvial: o critério de ordenação de Horton (1945) define como rios de primeira ordem os canais formadores; da confluência de dois canais de primeira ordem surgem os de segunda ordem; os de terceira ordem recebem afluentes de ordem inferior (1ª ou 2ª ordens).
  • Sistema Urbano Sustentável de Drenagem (SUSD): para que seja possível, é necessário abordar 4 pontos: técnico (autoridades locais, engenheiros, políticos, legislações), econômico (fomentadores do desenvolvimento, grupos especiais), meio ambiente (ecologistas, arquitetos, ONGs, administradores) e responsabilidade social (ONGs, associações de moradores, políticos, público em geral).

 

Glossário adquirido:

BMP – best manangement pratices (medidas ótimas de gerenciamento)

Trófico – significa nutrição ou crescimento

Zonas ripárias – englobam matas ciliares e está ligada ao curso d’água (em tese, se estenderiam até o limite da planície de inundação)

Wetlands artificiais– de maneira simples e resumida, são reservatórios rasos com controle da vazão defluente.

 


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