Archive for the 'Engenharia / Arquitetura' Category

TF – fichamento #2.3

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Capítulo 3 – First Flush

 

Este capítulo fala sobre conceitos de first flush (p.3-3), as pesquisas de Robert Pitt (p.3-3), as conclusões sobre first flush (p.3-6), método volumétrico e método da vazão (p.3-6) e volume para melhoria da qualidade das águas pluviais (p.3-7).

 

  • Pesquisa de Robert Pitt:
    • 55% dos parâmetros, a média do first flush é bem maior que a do método composto
    • no restante 45% dos parâmetros, a média é igual ou maior que a do método composto
    • DBO, COD, TDS, Zn possuem first flush adequados em todas categorias: comércio, indústria, institucional, espaços abertos, residencial e todas combinações
    • O first flush está presente em 70% dos parâmetros na categoria comercial e em 60% nas categorias residência e institucional
    • O first flush está presente somente em 45% nas áreas industriais apesar do alta grau de impermeabilização.
    • O first flush não tem nenhuma presença em área abertas.
    • Os metais pesados apresentam altas concentrações no começo da precipitação
    • Os nutrientes apresentam altas concentrações no começo da precipitação, exceto o nitrogênio e o ortho-P
    • O fenômeno do abaixamento de alta concentração no início não se observa nas bactérias
    • O first flush funciona bem para áreas pequenas (máximo de 160ha)
    • As área impermeáveis comerciais examinadas pussuíam a média de AI=83%, enquanto que a área industrial apresentava AI=70%, a institucional tinha AI=45% e a residencial, AI=45%. Os espaços abertos possuíam Ai=4%.
  • Pesquisas na Universidade de Massachusets (EUA):
    • Nove estudos na Coréia levaram a conclusão que em bacias menores de 100ha o pico da carga poluidora acontecia antes do pico de vazão, valendo o contrário para bacias maiores [Lee & Bang, 2000 in Wrinkler, 2001]
    • O exame de 12 first flush na França acharam variações muito grandes na carga poluente [Bertand & Krejewski, 1998 in Wrinkler, 2001]
    • O estudo de 2 bacias na Europa detectou pouco diferença no TSS e na condutividade [Delectic, 1998 in Wrinkler, 2001]
  • Conclusões sobre first flush:
    • dada uma matriz de poluentes, o first flush atende 60% das parâmetros das mesmas
    • Área impermeável AI > 25%
    • Área da bacia Ab < 100ha
    • A maioria das concentrações dos poluentes nas águas pluviais obedecem a uma distribuição lognormal mesmo com pequena margem de erro.

 

 

Glossário adquirido:

método composto – é o método das médias de concentrações no intervalo de 15 min para chuvas até 3h de duração ou mais.

TF – fichamento #2.2

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Continuando a leitura do livro “Poluição Difusa” de Plínio Tomaz – segue fichamento do capítulo 2 😉

Capítulo 2 – Poluição Difusa

 

Este capítulo fala sobre conceitos de poluição pontual e difusa (p.2-3), avaliação do impacto do lançamento de drenagem urbana sobre o corpo receptor e a resposta do ecossistema (p.2-3), controle da poluição difusa (p.2-4), legislação (p.2-7), impermeabilização do solo (p.2-8), impactos hidrológicos devido à impermeabilização do solo (p.2-9), impactos físicos devido à área impermeabilizada (p.2-12), impactos biológicos devido à impermeabilização dos solos (p.2-16) e impactos na qualidade das águas pluviais devido à impermeabilização do solo (p.2-21).

 

  • Definição de poluição difusa [PORTO, 1995]: “aquela gerada pelo escoamento superficial de água em zonas urbanas e que provém de atividades que depositam poluentes, de forma esparsa, sobre a área de contribuição da bacia hidrográfica.”
  • São 5 condições que caracterizam a poluição difusa:
    • lançamento de carga poluidora intermitente / relacionado com precipitação;
    • poluentes são transportados a partir de extensas áreas;
    • as cargas poluidoras não são monitoradas a partir de seu ponto de origem pois é desconhecido;
    • o controle da poluição difusa deve incluir, obrigatoriamente, ações sobre a área geradora ao invés de apenas atuar sobre o efluente;
    • é difícil estabelecer padrões de qualidade para o lançamento do efluente, já que a carga poluidora varia com a intensidade e duração do evento meteorológico.
  • Dois estudos importantes para estudo de poluição difusa em área urbana: (1) controle da poluição difusa usando as BMPs e (2) avaliação de impacto do lançamento de drenagem urbana sobre o corpo receptor e a resposta do ecossistema.
    • (1) Há basicamente 3 formas de fazer esse controle: prevenindo a entrada de poluentes no runoff (redução do tráfego de veículos, não jogar lixo, óleos ou graxas nas ruas, limpeza pública eficiente – também chamadas BMPs não-estruturais), aumentar as áreas permeáveis (atuar no planejamento urbano, meios para infiltrar as águas pluviais) e tratar o runoff através de BMPs (antes de atingir os cursos d’água através de BMPs estruturais).
    • (2) Os modelos matemáticos existentes de avaliação não consideram o first flush e examinam a variação dos poluentes dentro dos corpos d’água.
  • First Flush – conceito que teve início nos EUA na década de 1970, significa o escoamento pluvial no início de uma chuva, sendo mais pronunciado nas áreas impermeáveis e que carrega grande concentração de poluentes que ficam acumulados no período entre chuvas, quer do solo, quer do interior das canalizações.
  • Processo: águas pluviais → poluição → controle na fonte → pavimento poroso, modular, faixas de filtros gramados, etc. → estruturas de controle, lagoas, etc. → lançamento das águas pluviais
  • Objetivo: controle da poluição difusa antes do curso d’água.
  • Legislação brasileira: a poluição difusa não está prevista no CONAMA 357/2005 → drenagem deve ser objeto de leis estaduais e federais pois muitas vezes os problemas transcendem o escopo municipal!
  • Em outros países: na França as decisões sobre drenagem urbana são tomadas por comitês de bacias desde 1960; nos EUA BMPs para poluição difusa são obrigatórias por lei federal para cidades com mais de 10.000hab; Estado da Flórida estabelece meta de redução de 80% da carga poluente anual.
  • Impermeabilização do solo: impactos para áreas impermeabilizadas inferiores a 10% são menores, de 10% a 25% são preocupantes e acima 25% são desagradáveis.
    • hipóteses: os rios são de 1ª, 2ª e 3ª ordem; a estimativa da impermeabilização tem que ser correta com erros de + ou – 10%; as previsões devem ser encaradas como previsões e não como dados concretos; as marcas de 10% e 25% não são números rígidos; as pesquisas têm origem nos EUA e não no Brasil; os dados achados para córregos e rios podem não ser válidos para lagos e aquíferos.
    • impactos da impermeabilização do solo: (a) hidrológicos, (b) físicos, (c) biológicos e (d) na qualidade das águas pluviais.
      • (a) hidrológicos: aumento do runoff, aumento dos picos de vazões, aumentos das enchentes, decréscimo da vazão de base dos rios.
      • (b) físicos: dificuldades em medir o habitat, mudanças na geometria dos rios (o leito se alarga de 2 – p/ AI~20% – a 8 vezes – p/ AI ~70%), aumento da temperatura, alteração na rede de canais (muito grande quando AI>50%).
      • (c) a comunidade aquática é sensível à qualidade de água, então usa-se os índices IBI, EPT e B-IBI.Observação: nas wetlands os anfíbios são tomados como indicadores → “Existem poucas pesquisas a respeito dos anfíbios com a impermeabilização do solo, sendo que o fator determinante para os anfíbios parece ser o aumento do nível da água, o qual pode eliminar os ovos que ficam nas plantas emergentes. As pesquisas indicaram que, quando o nível de água sobe mais de 22cm, há um declínio das espécies problemas.”
      • (d) qualidade das águas pluviais: sedimentos (TSS, TDS e turbidez), TOC, nutrientes (NH3, NTK, NO3, NO2, PT), bactérias (coliformes termotolerantes), metais pesados (Cd, Pb, Hg, Ni, Zn), hidrocarbonetos (PAH), óleos, graxas e pesticidas.

 

Glossário adquirido:

runnoff – volume do escoamento superficial

Índice da integridade Biótica (IBI) – baseia-se na comunidade de peixes

Índice EPT – baseia-se na soma do nº de famílias de certas ordens de insetos que são sensíveis à poluição e que são as primeiras a desaparecer, a saber Ephemeroptera, Plecoptera e Trichoptera

Bêntico índice da integridade biótica (B-IBI) – afere a comunidade aquática de insetos, caracterizando de pobre a excelente

Sólidos totais em suspensão (TSS) – é a porção dos sólidos de origem orgânica ou inorgânica que é carregada pelas águas pluviais e que pode ser retida com um filtro de vidro – medida varia de 43mg/l a 663 mg/l conforme CWP, 2003.

Sólidos dissolvidos totais (TDS) – é a medida dos sólidos e minerais dissolvidos nas águas pluviais, usado principalmente na indicação de potabilidade da água e pouco usada em águas pluviais

Turbidez – é a medida que mostra os sólidos suspensos na água e que reduzem a habilidade da luz penetrar na água – não é um parâmetro muito usado com águas pluviais.

Carbônico orgânico total (TOC) – indicador de matéria orgânica numa amostra de água (pode ser pluvial) – altas taxas de TOC aumentam a DBO e a DQO. Em águas pluviais urbanas o TOC fica ~17mg/l enquanto a DBO e a DQO, respectivamente, 10,4mg/l e 66,1mg/l.

Nitrogênio amoniacal (NH3) – a amônia na forma livre é tóxica e na forma ionizada não é.

Nitrogênio Kjeldahn (NTK) – é o nitrogênio orgânico com o nitrogênio em forma de amônia, predominante nos esgotos domésticos brutos, apresenta medida de ~1,67mg/l.

Nitrato (NO3) e Nitrito (NO2) – formas orgânicas do nitrogênio, são indicadores de poluição antiga relacionada com o final do processo de nitrificação e têm medidas ~0,837mg/l.

Fósforo total (PT) – é um nutriente que não traz problema de ordem sanitária, mas sua concentração elevada pode levar à proliferação de algas e ao processo de eutrofização do corpo d’água, apresenta medida ~0,337mg/l.

Hidrocarboneto policíclico aromático (PAH) – alguns hidrocarbonetos desse como pireno e benzeno são cancerígenos e tóxicos à biota, concentrações comuns são de 7 gmicrograma/l.

TF – fichamento #2.1

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Mais uma leitura referente ao TF… livro “Poluição Difusa” de Plínio Tomaz. Para o que nos interessa, li apenas dos capítulos 1 ao 5 e do 12 ao 15. Abaixo segue fichamento do capítulo 1 😉

 

Relevância do tema: “a poluição difusa em áreas urbanas é responsável por 25% da poluição total dos cursos d’água do Brasil.”

 

Capítulo 1 – Gestão Ambiental

 

Este capítulo fala sobre conceitos de ecologia (p.1-3), ecossistema (p.1-3), fotossíntese (p.1-4), respiração (p.1-4), Eutrofização (p.1-5), poluição (p.1-7), graus de trofia (p.1-7), princípios básicos p/ reduzir poluição difusa (p.1-14), perfil dos solos (p.1-15), ecossistemas de água doce (p.1-19), vazão mínima ecológica (p.1-20), hierarquia da rede fluvial (p.1-21), métodos para avaliação de impactos ambientais (p.1-22), trio qtde-qualidade-ecologia (p.1-33) e sistema urbano sustentável de drenagem (p.1-33)

 

  • Definição de poluição: “degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente a) prejudiquem a saúde, a segurança e bem estar da população; b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas; c) afetem desfavoravelmente a biota (flora e fauna); d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente; e) lancem matéria ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.” [Lei federal 6938 – 31/08/1981 que trata do meio ambiente – artigo 3º]
  • Há vários graus de trofia: oligotrófico (lagos claros com baixa produtividade) / mesotrófico (lagos com produtividade intermediária) / eutróficos (lagos com elevada produtividade).
  • Fatores limitantes do nível trófico: concentrações de N (nitrogênio), P (fósforo) e K (potássio) – sendo o mais importante o fósforo. Ver em p.1-8 tabela 1.2 que associa as classes de trofia de acordo com as concentrações de fósforo.
  • O princípio básico para reduzir a poluição difusa é a sedimentação pois por ela é possível a deposição de até 50% de fósforos das águas pluviais (o Pparticulado deposita-se no fundo, já o Pdissolvido sedimenta por meio de infiltração).
  • Ver em p.1-17 tabela 1.5 que descreve os perfis de solos (O, A, E, B, C, R).
  • Definição de vazão mínima segundo MMA (vazão mínima ecológica) “vazão mínima necessária para garantir a preservação do equilíbrio natural e a sustentabilidade dos ecossistemas aquáticos” [Instrução Normativa nº 4 – 21/06/2000 do Ministério do Meio Ambiente)
  • Definição de vazão mínima segundo CONAMA (vazão mínima estatística): conceito de Q7,10 (vazão mínima de 7 dias e período de retorno de 10 anos), prevendo a manutenção dos limites mínimos de OD (oxigênio dissolvido) nas condições críticas de vazão [Resolução CONAMA nº 20 – 18/06/1986]
  • Definição de vazão mínima segundo DAEE: “vazão mínima média diária observada das séries históricas consideradas; no caso de inexistência de séries históricas consideradas, indicar o valor de Q7,10, bem como a fonte do estudo de regionalização” [Portaria do DAEE nº 653 – 17/10/1994]
  • “Em São Paulo: algumas bacias como Alto Tietê e Tietê-Sorocaba são consideradas críticas em relação à disponibilidade de água, uma vez que a soma das vazões captadas na bacia, ou em parte dela, supera 50% da vazão mínima.”
  • Há também a vazão mínima da curva de permanência: estabelece-se uma probabilidade sendo que a mais usada é a de 95%.
  • “Os rios são ecossistemas abertos em constante interação com o sistema terrestre e atmosfera circundante, podem ser vistos em 3 dimensões espaciais” (longitudinal, lateral e vertical) e ser classificados como perenes, intermitentes ou efêmeros.
  • Hierarquia da rede fluvial: o critério de ordenação de Horton (1945) define como rios de primeira ordem os canais formadores; da confluência de dois canais de primeira ordem surgem os de segunda ordem; os de terceira ordem recebem afluentes de ordem inferior (1ª ou 2ª ordens).
  • Sistema Urbano Sustentável de Drenagem (SUSD): para que seja possível, é necessário abordar 4 pontos: técnico (autoridades locais, engenheiros, políticos, legislações), econômico (fomentadores do desenvolvimento, grupos especiais), meio ambiente (ecologistas, arquitetos, ONGs, administradores) e responsabilidade social (ONGs, associações de moradores, políticos, público em geral).

 

Glossário adquirido:

BMP – best manangement pratices (medidas ótimas de gerenciamento)

Trófico – significa nutrição ou crescimento

Zonas ripárias – englobam matas ciliares e está ligada ao curso d’água (em tese, se estenderiam até o limite da planície de inundação)

Wetlands artificiais– de maneira simples e resumida, são reservatórios rasos com controle da vazão defluente.

 

O Direito à Moradia – por Nando Cordel

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O direito à moradia

Devia ser tão sagrado

Um ser que habita a terra

Não pode ficar largado,

Na chuva no frio ou no sol

Na rua abandonado.

Não podemos aceitar

Tamanha desigualdade.

Alguns moram em palacete

Outros ficam na saudade.

Dorme, mora a céu aberto

Por fora da sociedade.

Moradia é um direito

De toda população

Por isso que exigimos

Do governo de plantão.

Que construa urgentemente

Um plano de habitação. Read more »

TF – Fichamento #1

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Todo trabalho que se pretende minimamente confiável deve começar pelo princípio de não reinventar a roda e pesquisar o que já se estudou sobre aquilo que se quer falar. Assim, eu pretendo ler vááárrios textos sobre WetLands e a seguir apresento o fichamento topicado  do primeiro artigo lido sobre o assunto “O Emprego de WetLand para o tratamento de esgotos domésticos bruto“.

  • Usada para tratamento de esgoto conduzido por sistema separador absoluto ou sistema misto
  • Sistema de tratamento composto de Caixa de Areia e de “Wetland” para atender 2470 hab (um bairro da cidade)
  • Cidade de Alagoinhas – população de mais de 110mil habitantes (só 1,5% atendida por sistema de esgotamento sanitário)
  • Descrição da “Wetland” de Alagoinha: sistema de esgotamento sanitário do tipo separador absoluto no qual previa-se uma estação de tratamento composta de Caixa de Areia, Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente e “Wetland”, implantou-se inicialmente apenas a Caixa de Areia e a unidade de “Wetland” (25m x10m e 90cm de profundidade) preenchida com pedra de diâmetro variando entre 5 e 20cm e com pontos para coleta de amostra no início, meio e fim da unidade.
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TF ou TFG – dicas gerais

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Trabalho de Formatura (TF) ou Trabalho Final de Graduação (TFG), não importa o nome, ele indica que o fim está próximo e isso é ótimo!

Assim como tenho feito com algumas outras disciplinas do curso, seja com tradução de texto, ou apenas anotações de aula, abaixo estão minhas nota de aula / dicas do coordenador da disciplina para a confecção do mesmo.

Basicamente o TF deve ser formado por três partes: pré-texto, texto e pós-texto, que serão mais explorados a seguir. E, na Poli, o formato é A4, retrato – digo na Poli pois isso não é regra entre as faculdades da USP, a FAU é mais flexível, por exemplo, e comporta mais formas de comunicação visual do que sua irmã engenheira.

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Biblioteca Mário de Andrade reinaugurada

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Em comemoração à reinauguração da Biblioteca Mario de Andrade haverá uma programação especial com visitas guiadas, lançamento de livros e shows. Em especial amanhã,  12 de fevereiro, haverá uma visita guiada para explicar todos os detalhes da requalificação pela qual o edifício da recém-reinaugurada Biblioteca Mário de Andrade passou antes de ser reaberto no centro de São Paulo, ocupando um prédio com mais de 12 mil m².

Breve cronologia

Foi fundada em 1926, a partir do acervo da Câmara Municipal de São Paulo, a BMA – Biblioteca Mário de Andrade e localizava-se na Rua 7 de Abril. Em 1942 foi transferida para o atual edifício, na Rua da Consolação, 94, projetado pelo arquiteto francês Jacques Pilon. Em 1960, a Biblioteca Municipal recebeu o nome do escritor Mário de Andrade. Em 2007, teve início o plano integrado de restauro e modernização da BMA, idealizado pelos arquitetos Renata Semin e José Armênio de Brito Cruz, do Piratininga Arquitetos Associados. Em 2010, a 1ª parte do projeto, que compreendia a Biblioteca Circulante, foi reaberta. Agora, em 25/jan/2011, a obra foi aberta em sua totalidade. Em julho parece que acabará a totalidade das obras com a entrega de um edifício anexo, onde ficará armazenado todo o acervo da biblioteca. Read more »

25 de janeiro no Museu da Casa Brasileira

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Canto Gregoriano com Monges do Mosteiro de São Bento - Foto: Diego Rabatone Oliveira

Canto Gregoriano com Monges do Mosteiro de São Bento - Foto: Diego Rabatone Oliveira (DiRaOL)

Ontem foi aniversário de São Paulo e escolhi passá-lo no Museu da Casa Brasileira que contou com o Canto Gregoriano dos Monges do Mosteiro de São Bento e foi seguida de uma visita orientada às exposições “Coleção MCB” e “Patrimônio da metrópole paulistana”.

Vista do céu a partir do Jardim do Museu da Casa Brasileira - Foto: Diego Rabatone Oliveira

Vista do céu a partir do Jardim do Museu da Casa Brasileira - Foto: DiRaOL

Adorei o local pelo qual havia passado rapidamente em 2005 por força de um trabalho da disciplina da FAU AUP0608 (no primeiro período do Programa de Dupla Formação Eng. Civil – Arquitetura) que consistia em projetar um anexo para o museu. À época, por questão didática, foi-nos dito para desconsiderar as árvores presentes no jardim dos fundos do terreno como é possível ver na imagem ao lado – um pecado total já que conta com mais de 6.000 m² e cerca de 200 espécies de árvores brasileiras! Read more »

TransparencyHackDay – Vazios Urbanos e Moradores de Rua

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O que é um TransparencyHackDay?

É um encontro aberto e gratuito articulado pela Esfera que conta com um público interdisciplinar e multiplicador. Tem como objetivo juntar pessoas com diferentes perfis para pensar e criar projetos que resultem em ação política prática e engajamento cívico através da web. O hackday faz parte do calendário da comunidade Transparência Hacker, um grupo de desenvolvedores, hackers, e indivíduos interessados em promover uma nova esfera pública através da web.

Qual é o tema?

Vazios Urbanos, isto é, “espaços e imóveis que não cumprem sua função social“ e moradores de rua – que não conta com verbete na Wikipedia.

Mapeando esses dois dados (demanda social e oferta ociosa) será possível pensar/propor políticas públicas efetivas para a questão das moradias, indicando com precisão dados e localizações. Read more »

Tradução livre de trecho de Renacimiento y Barroco

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Novamente o texto, indicado para o seminário II de AUH0152, é disponibilizado na copiadora em espanhol… Assim, novamente resolvi fazer uma tradução livre e postar aqui – tradução livre pois não me ative muito a questões linguísticas intrínsecas do processo tradutório.

Os trechos em que tive dúvida de tradução estão marcados por (?) – fiquem à vontade para comentar / sugerir alterações / etc.

texto: Renascimiento y Barroco

autor: Eugenio Battisti

Capítulo IX

Infortúnios do Maneirismo[1]

Pietá Rondanini de Michelangelo

A revalorização do Maneirismo, ou seja, o aspecto mais inquietante do Renascimento, não tem 50 anos. No entanto, poucos momentos artísticos foram tão inteligentemente estudados, comportando uma profunda revisão de nossas categorias críticas[2]. Este, por outro lado, se explica facilmente se se considera que o que se julgava era a apreciação de artistas como Tintoretto e El Greco, e de obras como a Pietà Rondanini. Entretanto, ao menos na Itália, reinava a perplexidade e a incerteza, e – o que é mais grave – a informação disponível está longe de ser completa. Só duas pesquisadoras, Luisa Becherucci e Giusta Nico Fasola [3] demonstraram até o momento ter um …[falta texto]… moderna. Só muito recentemente, graças a um profundo conhecimento, o interesse dos historiadores pelos maneiristas transformou-se em afeto e compreensão. O redescobrimento do Maneirismo se deveu, mais que aos avanços históricos, a duas grandes correntes contemporâneas: o expressionismo e o surrealismo. A crise religiosa e um gosto para o jogo são realmente as categorias mentais que lançaram o mito de um classicismo renascentista.

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