Archive for the 'Gênero' Category

O caso da tentativa de estupro coletivo no Metrô

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Fiquei sabendo por mensagens pessoais e citações no Facebook, junto ao link que levava ao relato de uma história horrível, que toda vez que leio, inevitavelmente me incomoda. Dois aspectos me chamaram a atenção e queria pensar neles, inicialmente, de forma separada: o fato em si, e o tratamento dado ao ocorrido pela instituição.

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Fonte: http://www.cartoonmovement.com/cartoon/15465

O primeiro é o fato em si: uma mulher que estava sendo assediada no transporte público e, mediante sua reação, foi coletivamente ameaçada de estupro – o que remeteu às cenas horrendas da Praça Tahir. Ao meu ver esse é o ponto nevrálgico da história – porque o que eu ouvi até hoje sobre reações coletivas nesse tipo de situação geralmente ocorriam noutro sentido, isto é, mediante algum bate-boca ou denúncia de mulher de assédio no transporte público, as pessoas “iam pra cima” é o abusador, que não raro quase era linchado ou coisa parecida*. O que me chocou nesse caso foi o incentivo coletivo ao estupro, foi a cultura do estupro colocada aos berros em plena manhã de quinta-feira. Ainda em São Paulo, noutra manhã, em outubro de 2013, a vítima foi uma estudante da Engenharia de Produção dentro do banheiro feminino da faculdade (na USP). Em Tocantins outra tentativa de estupro coletivo foi com uma menina de 7 anos no último junho. E vou parar de enumerar, porque isso tornaria este texto praticamente inviável e infinito, dado que cerca de 70% das mulheres sofrem algum tipo de violência no decorrer de sua vida (ONU). O problema de assédio no transporte público é mais um que compõe o leque de violência contra a mulher, uma pesquisa de 2013 feita pela ActionAid nas periferias de São Paulo, Rio, Pernambuco e Rio Grande do Norte indicou uma média dos casos de assédio no transporte público foi de 43,8%. Lembram da polêmica pesquisa do IPEA em 2014? Após correção dos dados, pesquisa indicava que 26% dos pesquisados (quase 1 a cada 4 pessoas) concordaram com a afirmação “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”! A questão da violência contra a mulher é muito profunda e arraigada nos valores machistas que compõem a nossa sociedade, que moldam o comportamento e que como cultura colam na gente como uma segunda pele.

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Fonte: http://cientista4.rssing.com/browser.php?indx=7734246&item=148

É essa a disputa que não vejo como não ser feita, inclusive na minha própria vida, nas minhas próprias atitudes. Só que estamos falando de estruturas sociais/culturais, que se modificam no longo prazo estruturas que ligam as pessoas e seus respectivos conceitos como fios de seda, finos, transparentes, que tecemos todos os dias e que nos deixam mais ou menos propensos a certos caminhos e atitudes. Tudo isso para dizer que “ter a ideia”, “ter a vontade”, “ter o desejo” de cometer estupro não é exclusividade daquela figura (que nos conforta) de uma pessoa doente e perturbada, mas que povoa a cabeça de muita gente sã com que convivemos, do seu colega de trabalho, do estudante comum na escola. Em essência, a disputa que nomino é a do direito à subjetividade da mulher, isto é, a mulher enquanto sujeito de si, incluindo decisões sobre sua mente e sobre seu corpo, que não mais aceitamos estar a serviço de outrem.

O segundo aspecto é o tratamento dado pela instituição Metrô, onde trabalho como engenheira desde julho de 2014. Por ser feminista e desenvolver minha pesquisa de mestrado na área de gênero e mobilidade, pouco antes de entrar na empresa eu estava envolvida e acompanhando as discussões sobre o “vagão rosa”. Lembro-me o dia em que, numa reunião no Conselho Estadual da Condição Feminina eu disse concordar com as demais mulheres da sala que contava com diversas deputadas, representante do Metrô, e diversos membros da sociedade civil (Marcha Mundial das Mulheres, Casa de Lua, PoliGen, Minha Sampa, Transparência Hacker): tratava-se de uma medida segregadora e de pouca eficácia. Porém, lembro também do alerta que fizemos como sociedade civil – não podíamos ignorar o fato de que muitas mulheres apontavam gostar da medida e que o movimento feminista (composto de muitos feminismos) não tinha unanimidade sobre o tema. Esse posicionamento favorável não poderia ser lido de outra forma senão a extrema vulnerabilidade e exposição em que as mulheres se encontram, sem saída, enxergadas não como seres humanos dotados de vontade, mas como objetos de diversão sexual que podem ser abordadas a qualquer momento e por qualquer um que decida, entre uma estação e outra, aliviar sua insegurança pueril por um ritual de humilhação e de demonstração de poder. À época da reunião ressaltamos que apenas dizer “somos contra o vagão rosa” não era suficiente. Logo depois da polêmica e do veto do governador, já no Metrô, fiquei sabendo de uma sugestão que duas mulheres fizeram à empresa – e assim conheci a Ana Carolina Nunes ao vivo e a  Nana de ouvir falar. Espiei aqui e ali o que elas sugeriram e fiquei, ao mesmo tempo, muito bem impressionada e descrente que algo daquilo se tornaria real… porque a burocracia traz consigo aquele estereótipo de Tiamat. Resumidamente (porque o projeto mesmo tinha mais de 15 páginas) o programa proposto era calcado em três diretrizes transversais: prevenção, responsabilização e foco na vítima. Essas diretrizes traduziam-se em três eixos (estimular o acolhimento e empoderamento das mulheres; prevenir agressões e diminuir a impunidade; promoção de igualdade de gênero no Metrô, inclusive com seu público interno) e cada eixo continha uma série de objetivos, ações e indicadores de avaliação dessas ações, sem contar o cronograma de implementação ousado que começava em 2015 e ia até 2016. Agora, achar que o Metrô aceitaria tudo e o preconceito acabaria assim lindamente é no mínimo ingenuidade. Vivemos num mundo (Metrô incluso aí) machista e existem resistências. Entretanto, mesmo assim, vou citar as ações que eu sei que ocorreram (outras devem ter ocorrido sem eu saber, e outras ainda estão por vir).

Fonte: https://www.facebook.com/metrosp

Fonte: https://www.facebook.com/metrosp

No último julho houve treinamento interno de funcionários da operação a respeito do tema – foi mais de um dia, e foi convidado uma organização feminista para conduzir essa atividade. Em paralelo aconteceu a organização de uma campanha publicitária que envolveu tanto usuárias quanto funcionários(as) do Metrô, principalmente ligados(as) à operação e à segurança. Eu participei no dia das fotos e digo que houve aquela preocupação (sutil e rara) de envolver as pessoas da empresa com a causa, não houve preconceito com tamanho, cor de pele ou orientação sexual, fomos orientados(as) a levar algumas mudas de roupas, nossas, de trabalho (algumas pessoas usam uniforme) e de cotidiano, com que nos sentíssemos bem.

Mas e o atendimento à vítima no dia 20 de agosto, foi inadequado? – você deve estar se/me perguntando. Não sei, não tive acesso a informações além das que todo mundo teve, como por exemplo a ausência de imagens. E não estou aqui querendo dizer que isso não importa – importa sim, e importa muito! Mas daí a endossar um discurso de que o Metrô “culpou a vítima quando acionados depois do ocorrido” ou ainda afirmar que “provavelmente da mesma forma que nunca fizeram em nenhum dos casos denunciados” tem uma distância grande e pode incorrer em leviandade, mesmo sem querer. Aqui falo por mim (não pelos grupos de que participo ou da empresa em que trabalho): eu queria ter mais elementos, além do relato no Facebook de uma terceira pessoa e uma convocação de um ato, para avaliar se medidas institucionais foram adequadas ou não. Queria mesmo saber se a vítima foi assistida de alguma forma (pelo Metrô, pela família, etc.), como ela está e como está lidando com isso tudo que aconteceu. E acho que a sociedade também gostaria de saber, mas não só como essa jovem foi assistida, mas como as mulheres vítimas de assédio são assistidas e quantas passamos por isso já. Sobre “registrar uma queixa formal e burocrática em seus canais de comunicação para que comecem a fazer algo” fiquei com a impressão de que ficou mal colocada a frase, parecendo apenas mais uma palavra de ordem, e não chegando no ponto importante: fazer o quê? O que queremos que seja feito? E como? Porque para mim, dado o que eu aqui relatei, somado ao que a Carol e a Nana declararam, o Metrô está fazendo algo sim. Se esse algo é o suficiente e se está na direção certa já são questionamentos de outra ordem, não mais de negligência, mas de discordância – e tudo bem discordar e tentar mudar os rumos. mulher violencia

O que me marcou, por fim, foram muitas ausências e uma presença. Ausência de imagens do Metrô, falta de informação pública sobre o que está sendo feito na empresa (talvez as críticas fossem mais construtivas se as pessoas soubessem melhor o que está sendo feito), ausência de denúncias das pessoas que estavam naquele vagão (somente uma pessoa no mundo reportou isso?!), ausência de compaixão e empatia das pessoas com a vítima na hora e depois. Já a presença da sororidade foi fundamental para que a jovem saísse o menos machucada possível. E é nesse espírito que queria terminar este texto, dizendo que o movimento feminista faz um esforço danado, cada “segmento” ou “grupo” a seu modo e do seu jeito – aqui eu não quis invalidar nenhum questionamento, só achei que era importante compartilhar algumas informações, com cuidado, para mitigar o risco de retroceder os poucos milímetros que conseguimos avançar ao dizer simplesmente “está tudo errado”. Prefiro dizer, “olha tem muita coisa errada: aqui e ali” e também não esquecendo o reforço positivo quando possível “veja, aqui você acertou!” e ainda “Vamos fazer desse jeito? Vamos combater o machismo?”.

 

* E apenas para esclarecer, não acho que a saída seja linchar o agressor – ainda acredito num Estado Democrático de Direito… e se as leis não funcionam ou são ruins, essa é a disputa certa a ser feita, e não fazer justiça com as próprias mãos.

Hackathon de Gênero – start dado

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Na última quarta-feira (14/maio) participei de uma reunião no LabHacker da Câmara dos Deputados para discutir sobre a realização de um Hackathon de Gênero na Câmara dos Deputados.

No começo, ficamos tentando acertar comunicação com pessoas que não puderam ir a Brasília mas que estavam dispostas a participar e ajudar a construir uma Maratona Hacker com essa temática. Começamos com uma rodada de apresentação que, considerando a quantidade de pessoas que tivemos*, foi bem pragmática e rápida. Por fim, a Raquel do LabHacker colocou a pauta e começamos a reunião.cdep_hackathon_genero

Eu comecei falando um pouco do que é ser hacker, ou melhor, falando o que um hacker não é. E porque isso é importante, porque essa abordagem é relevante (ao menos para mim)? Porque trata-se de uma disputa de significados, porque trabalha o limite da conceituação e da ressignificação recorrentemente. Para mim é uma disputa análoga à que ocorre com a palavra vadia pelo movimento feminista (ou parte dele). Ao ponto então, hacker não é sinônimo de criminoso. Se sou hacker isso não significa que invado sistemas, que infrinjo leis, nem mesmo que eu saiba codar. Isso mesmo, o termo nasceu da área da programação mas ganhou amplitude e é nessa amplitude de significado que me identifico. Hackers são pessoas que têm curiosidade por entender algo sincera e profundamente. Esse algo pode ser um sistema eletrônico, pode ser um motor, pode ser uma cidade, pode ser a política.

Porém, num mundo em que a cultura do obscurantismo é cultivada, ser curioso e querer entender como funcionam as engrenagens de um sistema (seja qual for) pode ser entendido como crime. O obscurantismo está em oposição à transparência, palavra mágica da moda também objeto de disputa. A questão para mim é que não quero viver num mundo de subterfúgios e necessário burlamento de regras, entendo que os conflitos devem ser públicos para que mutuamente decidamos a legitimidade acerca dos assuntos. Nem para mim nem para as futuras gerações desejo um mundo obscuro, de regras não ditas, e por isso milito em prol da transparência (especialmente a pública), às claras. Por isso faço parte da Transparência Hacker. thacker-feat

“Hackers resolvem problemas e constroem coisas, e acreditam na liberdade e na ajuda mútua voluntária.” (Raymond por Rafael)

As deputadas fizeram falas inspiradoras e registro aqui não todas, mas dois pontos que me marcaram. O primeiro foi em relaciona-se a uma frase que falava da importância da pressão de organismos internacionais sobre o Brasil pois “eles fazem com que nossos governantes se não compreenderem por convicção, que compreendam por necessidade” a relevância e urgência no tratamento da questão da violência contra a mulher. Uma vítima é violentada por minuto no Brasil, então se você ler em média 1100 caracteres por minuto, ao fim deste texto 8 pessoas terão sido vítimas de violência. Houve enorme convergência em torno deste ponto: a urgente necessidade de se combater a violência contra mulher. E quase que o Hackathon fecha o foco sobre isto.

Ainda bem que não o fez… (?!) Explico-me. Um  sobre violência contra a mulher é ótimo, mas fecha demais o foco ao meu ver. Um Hackathon de gênero é mais amplo em temática primeiro porque gênero, é um conceito em mutação e isso não é ruim. Scott já apontava ser uma categoria útil de análise histórica, mas que ainda lida com a dualidade masculino/feminino. Butler, por sua vez, critica o uso da categoria gênero pois entende que “aprisiona o sexo em uma natureza inalcançável à nossa crítica e desconstrução“. As pessoas trans finalmente conseguiram identificação com alguma teoria acadêmica acerca de sua condição no mundo, considerando fundamentalmente o conceito de performatividade. Nossa sociedade ainda funciona muito na lógica dual e isso não deve ser desprezado, entretanto, estar consciente de que a proposta de uso da palavra gênero é para abrir mais à participação, compreendendo que vítimas de violência pode ser a mulher, cis, heterossexual, ou a transsexual, ou a bissexual.

É preciso também ampliar o escopo da palavra violência, as relações de poder que garantem a produção e reprodução da violência também precisam ser exploradas. Quantas deputadas temos mesmo na Câmara dos Deputados*? 57 em 583 (~8,9%) na legislatura que se encerra em breve. Quantas mulheres temos no STF? Somente 2, dentre 11, perfazendo (18%). E assim eu poderia exaustivamente apontar números que corroboram o fato de que mulheres são minoria em posições de tomada de decisão, não apenas no âmbito da carreira pública, mas também na iniciativa privada.

O outro ponto da reunião que me marcou foi a demanda das deputadas por entender mais de tecnologia e de mídias sociais. Ficando aí apontada já uma ação possível para o LabHacker trabalhar: RodAda Hacker para deputadas e acho que deveria haver também para servidoras da casa. Ah,vou adiantar para quem ficou com preguiça de clicar no hiperlink: RodAda Hacker são oficinas para “mulheres que querem aprender a programar projetos web, além de trocar, compartilhar e construir projetos incríveis na rede – um dia inteiro de mão-na-massa para quem quer aprender fazendo e se divertindo!” Propaganda feita, crédito dado à idealizadora Daniela Silva, é preciso que façamos isso rolar mesmo no LabHacker, que por enquanto só conta com a Raquel de representante feminina por lá.

Eu e a Nessa, do MariaLab, apresentamos alguns projetos à deputadas para materializar as potencialidades que uma maratona de programação pode trazer:

Radar Parlamentar: objetivo fazer uma análise gráfica da participação de mulheres e homens na Câmara Federal. Isto é, pode-se observar as participações feminina e masculina na casa legislativa, seja do ponto de vista quantitativo, seja do ponto de vista qualitativo.
Circle of 6: um aplicativo em que é possível selecionar uma rede de contatos próxima (6 pessoas) que serão acionados caso necessário, seja para ir buscar em algum lugar que precise porque se sente insegura até acionar polícia/ou outro nº programado em caso de violência.
Chega de Fiu Fiu: campanha criada para lutar contra o assédio sexual em locais públicos, mas quer também lutar contra outros tipos de violência contra a mulher.
HackDay Direito da Mulher: Um hackday é um evento para colocar a mão-na-massa, abrir os sistemas existentes, entender como eles funcionam, reverter mecanismos para que funcionem em favor das causas que apoiamos. Durante o HackDay Direitos da Mulher, foram explorados os dados da polêmica pesquisa do IPEA, bem como os decorrentes comentários surgidos nas redes sociais.
Edit-a-thon das Mina: uma maratona de edição das páginas na Wikipédia de grandes mulheres.

Objetivamente o que se encaminhou foi:

1) Haverá o Hackathon e ele conta com apoio das deputadas da bancada feminina

2) Haverá uma trilha geral sobre legislativo e uma trilha temática sobre gênero

3) Depois do resultado do Hackathon, haverá chamada para o Concurso sobre a Lei Maria da Penha, com a produção de aplicativos sobre o tema da lei (combate à violência contra mulher).

4) Indicativo de data: segunda quinzena de novembro de 2014
(já opinando, acho que não deve ser na semana que inclui o dia 20/nov pois isso acaba sendo concorrencial com o movimento negro)

Por fim, vale pontuar que tivemos dificuldades técnicas para comunicação via vídeo-conferência, mas que podem ser relevadas já que o Laboratório é um espaço novo, com meses de vida, e está engatinhando…

Abaixo, a lista das pessoas que puderam estar presentes e a quem agradeço a sororidade.

Deputadas
Deputada Jô Moraes (PCdoB/MG) – Coordenadora da Bancada Feminina
Deputada Rosane Ferreira (PV/PR) – 1ª Coordenadora Adjunta da Bancada Feminina
Deputada Erika Kokay(PT/DF) – 3ª Coordenadora Adjunta da Bancada Feminina
Deputada Janete Rocha Pietá (PT/SP)
Deputada Rebecca Garcia (PP/AM)
Deputada Keiko Ota (PSB/SP)

Assessorias
Joseanes dos Santos – Assessora Dep. Janete Pietá (PT/SP)
Marcela Travassos – Assessora da Dep. Erika Kokay(PT/DF)
Mariana – Assessora da Dep. Luiza Erundina (PSB/SP)

Câmara dos Deputados
Cássia Botelho – Diretora Geral Adjunta
Maria Raquel Melo – Laboratório Hacker
Cristiano Ferri – Coordenador do Laboratório Hacker

Equipe Secretaria da Mulher
Lin Israel – Chefe de Gabinete
Gerson Scheid – Comunicação
Talita Silva – Assessoria Comissões
Clara Monteiro – Eventos
Marília Ribas – Jurídico
Candyce Rocha – Assessoria Política / Relações Institucionais

Movimento Hacker
Haydee Svab,THacker, PoliGNU e PoliGen (SP)
Kamilla, Barco Hacker (PA)
Karine, psciológa que trabalha com gestão de pessoas na área de TI (DF)
Carine, do HackerSpace Garoa Hacker Clube (SP)
Nessa Guedes, do HackerSpace Maria Lab (SP)
Salete, professora do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão (MA)
Claudia Archer, professora da Universidade Ceuma (MA)
Larissa, pesquisadora da Incubadora de Políticas Públicas da Amazônia (PA)
Luciano Santa Brígida, Thacker (DF)

Banco Mundial
Boris Utria – Diretor de Operações do Banco Mundial para o Brasil
*Deputados – o nome da Casa Legislativa grafa-se no masculino, alguns dirão que o masculino engloba homens e mulheres só que muitas mulheres não acham que essa linguagem lhes é pertinentes, eu também não.


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